Parc Jean-Drapeau (ou… Acelera, Nívea!!!)
Não é um parque qualquer, além das tradicionais áreas verdes e infra estrutura de lazer o Parque Jean Drapeau é o lar do circuito Gilles Vileneuve, que no ano que vem volta a figurar na fórmula 1. E depois de uma semana interia de dias magníficos de verão, São Pedro não ia ser estraga-prazeres virando o tempo na sexta à tarde… não, ele foi camarada e manteve o solzão ligado o FdS inteirinho. Foi no Domingo que baixamos por lá.
A ida foi uma aventura, rodamos muito até encontrarmos o caminho do parque. Explico: o parque se estende ente 2 ilhas, a Ilha de Notre Dame e a Ilha de Santa Helena (esta última local do show Osheaga, que fomos de metrô) e descobrimos, do jeito difícil, que o acesso principal a ela é somente pelo lado de Montreal. A gente tomou um perdido numa das entradas malucas dos viadutos nas margens do rio São Lourenço e acabamos pegando a ponte que sai de Montreal mas que vai direto até a margem oposta, o South Shore (nome dado à região à margem sul do São Lourenço, inclui a cidade de Longueuil e outras menores, que fazem parte da Grande Montreal). Ou seja, passamos vazado. Uma consulta no mapa mostrava que desse lado da margem não teríamos acesso a ponte que chega no parque, e o caminho mais simples seria voltar pro outro lado do rio e pegar a ponte certa. Mas pra voltar não precisava ser pela mesma ponte que tínhamos vindo, existia uma, intermediária, que seria o caminho mais curto. O nome da danada: Ponte Vitória. Esqueci de contar que a Nívea estava no pilote. Ela já não gosta de pontes em geral, principalmente essas enormes, que tem quilômetros de extensão. Não estava sendo tão ruim porque como as pistas são largas, mal dá pra perceber que estamos sobre a água. Mas não na danada da Vitória. Essa foi o pesadelo. A ponte é a mais antiga que faz a travessia do São Lourenço na parte sul, e tem várias peculiaridades. Uma delas é que é uma ponte de trem. A segunda, mais chocante, é que ela não é asfaltada, é toda metálica. E o chão, meus caros, é tipo uma grade grossa, por onde se vê a água correndo embaixo, tipo uma grade de bueiro, mas que vai toda a extensão da pista. Momentos de tensão na travessia, vixxxx… chegou do outro lado a Nívea tava azul de pânico, toda tremento. Atravessou toda a ponte praticamente sem respirar!!! Hahahaha, mas foi, emoção pura! Lá é um lugar que ela jurou não voltar nunca mais, hahahaha!!
Mas continuando, dessa vez pegamos a ponte certa, a Ponte da Concórdia, e chegamos direitinho no parque. É um parque realmente muitoloco. Como já disse, 2 ilhas fazem parte dele. A de Santa Helena – a maior das duas – é onde fica o espaço para shows e o La Ronde, um enorme parque de diversões com uma imensa montanha-russa. É onde fica também a Biosfera e o parque aquático. A de Notre Dame, onde estacionamos, é onde fica a La Plaige (a praia do pessoal daqui, nó, coitados…) e o autódromo. entre as duas ilhas tem uma ponte para pedestres, claro, pra livre circulação no parque.
Logo que chegamos já caimos na pista do autódromo! É muito doido, eu achei que a gente poderia ver e até eventualmente entrar no autódromo, mas não que obrigatoriamente já entraríamos direto nele. E foi de cara a primeira diversão, a Nívea tomando a bandeirada da vitória!!
Depois paramos o carro e fomos explorar. Descobrimos que estávamos no local errado pra quem queria fazer um piquenique, aquele lado era pra quem queria pedalar ou patinar no asfalto impecável do autódromo, ou se divertir na “praia”. Logo descobrimos que a gente deveria ir até a outra ilha pra poder achar um lugar tanquilo e sombreado para nosso piquenique. Sem estress, seguimos caminhando até a outra ilha. Estava tendo um evento maluco tipo dia das Crianças. Como jádisse em outro post, o verão aqui é muito aprioveitado, e todo dia é dia de alguma festividade, não seria diferente naquele Domingão. Não foi difícil acharmos uma mesa, na verdade tivemos muita sorte, pois o parque estava abarrotado de gente.
Depois do lanche fomos caminhar. As áreas de atividades estavam tomadas por crianças alucinadas, e foi então que nos embrenhamos no bosque. Seguindo as trilhas que levavam ladeira acima, acamamos encontando uma torre de pedra bastante convidativa, e quando chegamos ao topo, que belezura pura: um excelente mirante de onde se vê todo centro da cidade, o autódromo, a biosfera…. muito promissor, apesar de eu ter tirado algumas fotos, certamente voltarei lá mais equipado para fazer fotos mais interessantes, em horários mais propícios. Por enquanto já tirei umas fotas legaizinhas, mas ainda não foram “reveladas”, fica pra um outro post.
É isso aí, esse sim foi um final de semana de descanso!

Não é exatamente uma novidade, uma vez que já estamos fazendo um mês que mudamos, mas esse post se refere à inauguração da cozinha nova! A gente já tinha uma atividade culinária respeitável em São José dos Campos, mas agora levamos as coisas a um novo patamar. Isso porque lá a gente cozinhava muito nos finais de semana, uma ou duas refeições para por em prática nossas habilidades e preparar alguma coisinha especial. Agora o lance é que cozinhamos pra semana toda, uma vez que não tem aquela mamata de bandejão na empresa. Como tudo na vida, isso tem um lado bom e um lado ruim. O ruim é a praticidade, claro, nada mais fácil do que chegar lá e pegar o rango pronto sem ter que se preocupar com nada. O lado bom é poder escolher o que se vai comer, isso inclui a qualidade dos ingredientes e o capricho na execução. Como a gente tem as manhas necessárias pra fazer uma comida decente, sinceramente preferimos assim. Estamos comendo com muito mais qualidade e muito mais sabor (o que não é difícil) comparando com nossa antiga dieta. Estamos pegando as manhas de cozinhar em quantidade, assim consumimos praticamente o mesmo tempo de sempre, só que fazemos mais comida por vez e assim separamos as porções para a semana toda.


