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Olha quem apareceu… pra um chopinho

August 23rd, 2010


Olha quem apareceu… pra um chopinho
Essa é mais uma da série “Olha quem apareceu…”
Estavamos passeando pelo Old Port quando de repente, olha quem aparece por lá: Carlão e Vilma, grandes personalidades joseenses que também resolveram se aventurar do lado de cá!
Ok, ok, não foi bem assim – de novo! Eles estão na área a poucas semanas, e o chopp foi planejado; mas esse realmente foi nossa primeira saída juntos pra curtir a cidade. O Old Port foi uma escolha natural, já que o tempo ainda quente atrai uma multidão de nativos e turistas afins de um passeio com amigos e famíliares e permite os seguros passeios noturnos. E esse dia em especial – assim como muitos sábados dessa época do ano – fomos brindados com a tradicional queima de fogos do campeonato internacional de fogos de artifício, que ocorre pontualmente as 10h da noite dos sábados de verão.
E assim vamos seguindo!
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A COPA

August 10th, 2010


Assistir a copa aqui em Montreal foi uma experiência completamente nova. A primeira e mais obvia diferença reside no fato de não estarmos imersos numa gigante massa homogênea de torcedores, na qual eu nasci, cresci e com a qual estamos acostumados. Mas além disso tem as sutilezas próprias de um país não escolado no futebol e com uma população imensa de imigrantes. Não tendo intiminade alguma com a pelota – e nem ao menos estando participando da Copa, o Canadá e seus nativos não representam propriamente uma torcida adversária; pelo contrário, são simpatizantes de diversos times, entre eles o Brasil. Já os imigrantes sortidos são em grande parte fiéis tocedores de seus respectivos países, salvos os casos similares aos dos canadenses que não têm um representante “oficial” na Copa. No final das contas a atmosfera que tivemos por aqui é muito mais de um campeonato estadual do que que uma copa: a torcida uniforme, as criticas a escalação, os comentários das participações da seleção, etc dão lugar às rivalidades, às pilhérias, aos deboches e a competição, porém tudo levado de uma forma saudável. Nesse cenário, as vitórias do Brasil não são comemoradas em uníssono, pelo contrário, temos que enfrentar a rivalidade dos Europeus que goram o Brasil de uma forma que eu jamais imaginei. Da mesma forma, as derrotas não geram tristeza generalizada, mas sim acabam fazendo parte da alegria de um colega ao lado. Brasileiros, argentinos, mexicanos, estados unidenses, ingleses, franceses, italianos, trabalhando no mesmo ambiente, soam durante a Copa muito mais como são paulinos, cruzeirenses, corinthianos, flamenguistas, atleticanos, palmeirenses, santistas, etc… durante o Brasileirão. E o pior de tudo nessa história é que diferente do que acontece no Brasil, o pessoal aqui não deixa a gente esquecer desse negócio de copa, que pra nós já tinha acabado… especialmente meu colega de baia espanhol que andou impossível! Afe!

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Horta!

May 25th, 2010

Esse Final de semana prolongado, além do passeio em Magog, ainda teve a segunda pra gente aproveitar. Fomos no mercadão com a missão de comprar coisas plantáveis pra Nívea se divertir. Diferente do que eu pensei, ela não quis saber das flores por enquanto, e caiu nas hortaliças, nos temperos pra ser mais específico.
Aproveitando os vasos de flores da estação passada, foi lá mesmo que a nossa hortinha começou. Os eleitos para a estréia foram: coentro, salsinha, manjericão e hortelã. Sem muita cerimônia lá foi a Nívea e plantou todo mundo em poucos minutos. Agora um solzinho, muita água e alguma paciência estaremos temperando nossos pratos com temperos da horta! Belezura!

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Visitas

May 9th, 2010


Mais acontecimentos tomaram lugar nesse mês de Abril passado, como já foi dito alguns posts atrás. Pra quem pensou que o evento principal já tinha sido comentado, surpresa, o evento principal foi a nossa primeira visita!
Sim, antes de completarmos um ano de Canadá, recebemos a visita de ilustres convidados, Edu e Priscila, que vieram passar as férias pros lados de cá.
Do nosso lado, não podia ser melhor, nossa rotina foi redesenhada e tivemos várias horas de conversa, assuntos pra por em dia e novidades dos dois lados. Do lado deles, duas semanas de turismo total. Como nosso horário de serviço é flexível, a gente teve a oportunidade de acumular algumas horas com antecedência pra gastar com nossos convidados. E eles, por outro lado, não perderam tempo em aprender logo a usar o transporte público e aproveitarem por conta própria o que a cidade tem pra oferecer. Com a segurança e a boa qualidade dos transportes públicos, eles ficaram à vontade pra explorar a região central, o velho porto e todo o curioso mundo subterrâneo. Mandaram tão bem que no final estavam nos dando dicas de passeios, afinal ainda estamos longe de ter desvendado todos os segredos de Montreal. Passearam na Saint Catherine, a referência nacional da moda, passearam no cais do porto, subiram no observatório do estádio olímpico…
Em nossos passeios juntos, o ponto alto foi a ida à Quebec City. Passeamos o dia todo, combatemos invasores, jantamos chiques… de volta à Montreal passeamos na Saint-Denis, com seus barzinhos descolados, subimos no Mont-Royal pra ver a cidade ao entardecer, passamos frio (faz parte das atrações canadenses), fomos ao Marché Jean-Talon, visitamos a Caverna do Dragão, e pra terminar gastamos dinheiro à toa visitando a Biosfera. Fomos aos shóps e a Pri teve a oportunidade de se perder no mar de batons das lojas de cosméticos, enquanto o Edu se divertia nas de eletrônicos. Nas etapas caseiras batemos papo e demos muitas risadas, o suficiente pra receber a intervenção da vizinha chata por duas vezes pedindo que acalmássemos nossos ânimos… jogamos uns games, assistimos uns Losts (os dois fizeram uma autêntica maratona Lost de 10 capítulos pra nos alcançarem) e finalizamos o último FdS com um almoço bacanão, com entrada de fantástica sopa de ervilhas, prato principal de truta salmonada e risoto de aspargos, e sobremesa, esta última trapaceada já que compramos pronta na Gascogne, nossa padaria predileta. Operetas, mousses e cremes brûle, pra descontrair e engordar. Ufa!
E assim passaram as duas semanas, esperamos que nossos hóspedes tenham gostado tanto quanto a gente. Passou tão rápido! Esperamos que não demorem pra voltar!
Au revoir!

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Resquícios do Inverno

April 26th, 2010

Essa é mais uma da série “novidades antigas”, de coisas que já passaram há um bom tempo mas que por um motivo ou outro demoraram pra aparecer aqui.
Bom, uma das minhas curiosidades sobre a neve era como exatamente eram os flocos da danada. Já vi muitos desenhinhos alusivoas à neve como sendo coisinhas parecidas com estrelinhas… desenhos, animações, etc. Já tinha visto algumas fotos de cristais de gelo também, mas… será? Deixei essa pendência de estudar os floconildos e ver qual que é a deles.
Na primeira oportunidade (que foram realmente raras nesse inverno que mal nevou) peguei minha câmera, minha lente macro, e num ato destemido de bravura abri a janela da sala de forma a ganhar a sacada durante uma nevadinha que estava rolando num domingo de manhã.
O resultado, por um lado decepcionante pela falta de foco na maioria das capturas, revelou um outro lado fantástico das mirabolantes formações cristalinas das quais a neve é formada.

O desafio era tirar as fotos sem me congelar na sacada, fui meio desprevinido. Tenho certeza que farei melhor no inverno que vem, com uma infra-estrutura mais adequada. Mas não nego que mesmo desfocado fiquei satisfeito com o resultado do experimento!

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Mais um dia de turista

March 23rd, 2010


Não é porque moramos aqui em Montreal que a gente já se sente “os montrealers”. Muito pelo contrário, a gente sabe muito bem que ainda somos pouco mais que turistas nessa cidade até agora tão pouco explorada. Muita gente com menos que 6 meses aqui já pulou por tudo quanto é canto, mas certamente não “saborearam” a cidade e seus arredores como a gente pretende fazer – e estamos fazendo. Pois é assim aos poucos que vamos conhecendo a cidade. Esse final de semana passado, sem muitos planos mirabolantes, fomos dar mais uma voltinha no Porto Velho, aproveitando o tempo “menos frio” que estava fazendo.

Paramos o carro, e andamos por uma das ruas mais elegantes do local: a Rua Saint Paul, local 99% turístico. Fui pego outra vez desprevinido… minha camera foi deixada em casa uma vez que não planejávamos a tarde turística, mas como em outras ocasiões o celular não deixou passar em branco, e com ele mesmo que fiz esses registros.

A fota que abre esse post aqui é a Capela de Notre-Dame-de-Bonsecours. Chique demais, ainda não conhecemos ela por dentro. Fica pra uma outra visita.

As outras são do Marché Bonsecours, era o mercadão da cidade, bem do lado do porto, hoje tem uma gama de restaurantes e de lojinhas de arte. Dizem que esses restaurantes daqui não são bons, são do estilo “pega turista”… mas não faz mal, restaurantes bacanudos é o que não falta nessa cidade, e já conhecemos alguns deles, por outros cantos.

Depois do bate-pernas, um almoço-janta numa cervejaria artesanal ainda nessa rua, e depois… final de tarde não tem jeito, friozinho pega por causa do vento implacável, e assim que o sol some atrás das nuvens, é hora de debandar.

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A esquiada que foi

February 25th, 2010

Depois de frustrar com a falta de neve e quase desistir de ser um snowboarder de primeira linha, resolvi chutar o balde e ir pras montanhas mesmo sem nevar. Não entendam mal, como eu mesmo fiz; quando falo que não tinha neve não quer dizer que você chega na montanha e não tem neve nenhuma, na verdade é porque pra uma esquiada saudável, a gente precisa de neve “fresca”, que é fofa e abundante. Quando ficam vários dias sem nevar, e principalmetne quando chove, a qualidade da neve cai muito e esta fica compactada e dura, e já que o pessoal não para de esquiar, vai compactando cada vez mais.
Mas foi então que contrariando os mais entendidos no assunto que eu e meu chefinho fomos pras montanhas. Ele é iniciante, e como está todo empolgado pra aprimorar suas habilidades, não foi difícil convencê-lo a ir pra lá, especialmente sob a promoção paga 1 esquiam 2 que rola nas segundas-feiras. E fomos nós pra minha estréia. Minha maior preocupação não era de esquiar propriamente, mas sim de entender como que funciona a bagaça toda. Eu iria precisar do serviço completo: aluguel de equipamento e passe para a montanha.
Saimos eu, a Nívea e o Guillermo do serviço e caimos na estrada. Levei uma rapa de roupa, já que não tinha idéia do que usar pra não passar frio. Depois do episódio do Subestimando o Frio, não quero saber de passar outro perrengue desses. Uns 30, 40 min depois já estávamos lá.
O negócio é muito sossegado depois que se entende o funcionamento geral. Na verdade a montanha não é fechada, tipo, não tem cerca e paga pra entrar. Fica a disposição do povo. Vc paga o passe na verdade é pra usar o “lift”, que nada mais é do que um teleférico só de ida. E no pé da montanha fica um “chalé” que na verdade é um prédio com várias facilidades, como sanitários, lanchonete, barzinho, loja, e aluguel de equipamentos, é tipo um shopinho de conveniência.
Depois de comprar os tickets na barraca logo na entrada da montanha, fomos até o chalé. A Nívea se aninhou no restaurante pra assistir ao show dos esquiadores profissa. Ela não animou em experimentar a aventura de escorregar pelas montanhas, com um risco altíssimo de se esborrachar!! E eu fui pro aluguel das paradinhas. Não precisei do pacote completão, já que tenho parte do equipamento (a parte mais importante – o capacete!!) e fui alugar a bota e a prancha. Me mediram e tomaram algumas anotações pra trazerem um equipamento adequado. Daí já começa a passação de mal. Eu tava que tava inchado de tanta blusa e nem conseguia abaixar direito pra colocar as botas. Me esganei e acabei conseguindo. Com a bota no pé, fomos até a beirada da montanha pra primeira lição: encaixar os pés na prancha.
O snowboard, diferente do esqui, é ingrato porque seus pés ficam presos na prancha e vc não tem aquelas varetas pra tomar impulso. Resultado, se vc trava os pés e está no plano, vc fica paralizado. A primeira lição foi: trava um pé e fica dando impulso com o outro. E assim fomos até o lift. A lição numero 2 é aparente simples: descer do lift. Assim como qualquer teleférico, o lift não para pra vc descer, ele fica andando sem parar. A pé é tranquilo, afinal ele passa devagarzinho na hora de desembarcar, o problema é com uma prancha de um metro e meio colada em um de seus pés. Me concentrei e consegui sair do tal do lift sem tomar uma esborrachada já de início. E digo que não é fácil como parece não.
Terceira lição: travar o segundo pé e conseguir levantar. Nó. Passei mal já aí. Meu excesso de blusas, além de me fazerem suar como um porco ainda me atrapalhavam bastante nos meus movimentos. Mas depois de muita luta fiquei de pé pra começar a descida. Daí pra frente foi o puro sofrimento. Queda atrás de queda, a parte mais difícil da brincadeira era sempre conseguir ficar de pé de novo. Uma luta que levou todas as 2 horas que demorei pra descer a montanha, uma única vez. O Guillermo sempre preatativo me acompanhou a descida toda, ensinando o quanto podia.
Como cheguei exausto, isso foi tudo no primeiro dia. Pedi penico e devolvi o equipamento. Na verdade se eu demorasse as mesmas 2h pra descer a segunda vez o parque já estaria fechado!!
Mas foi isso aê! Bastou ir na fé que acabou dando certo. Senti na pele, mas especificamente no traseiro, que a neve compactada dificulta não só o controle da prancha como torna as quedas mais desagradáveis. E vamo que vamo, porque eu quero é mais!

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Olimpíadas

October 27th, 2009

Vocês devem estar pensando que esse post tem a ver com as olimpíadas do Rio 2016, mas não é!
Já que toquei no assunto, aqui ficamos todos muito satisfeitos com a vitória do Rio. Meu chefinho que é de Madri ficou p da vida, pra ele a vitória de sua cidade natal já era certa. Ruim pra ele, bom pra nós, muito mais do que o simples fato de hospedar um evento de grande porte, o Brasil saiu bonito na foto e deu mais um passo a frente no bloco dos emergentes, mostrando pro mundo que tem gente que – como diz nosso presidente Lula – está cansada de ser emergente, e quer “emergir” de uma vez por todas e entrar no bloco dos países desenvolvidos.

Mas o post é pra falar das olimpíadas de 2010. O que? Não tem olimpíadas em 2010? Vcs é que pensam, tem as Olimpíadas de Inverno de Vancouver 2010. E digo mais: já botaram fogo na tal da tocha lá em Atenas nesse final de semana passado, e a chama olímpica já está a caminho. A nossa gloriosa empresa, esperta que é, é uma das principais patrocinadoras do evento, e projetou e fabricou as tochas que estão trazendo a chama pra cá. Apesar de todo prestígio, os designers tiveram um que de infelicidade no desenho da tal tocha, uma vez que seu formato – temperado com a maldade do povo de Vancouver – foi noticiado por lá como sendo a réplica de um enorme baseado flamejante. E o povo ri que rola.

Mas enfim, sortearam na empresa a oportunidade de transportar por alguns metros a chama olímpica, uma oportunidade de uma vida de passear pelas ruas levando o espírito das olimpíadas, vindo fresquinho de Atenas. O Mellow nos contou esse FdS que o seu vizinho de baia foi o felizardo que vai dar o rolê com o baseado, ou melhor, vai transportar a tocha olímpica.
E vamo que vamo!

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October 11th, 2009

O fato é que o inverno, apesar de terrível e tenebroso pode ser legal também. Palavra de um quebécois autêntico, lá do serviço: “Gente que diz que odeia o inverno aqui é porque fica trancada em casa e não aproveita as coisas legais que o inverno traz”. Entenda-se por coisas legas patinar, esquiar, jogar hóquei, fazer “cross-country” nos parques. Mesmo sem ter passado inverno aqui, o bom senso diz que o cara tem razão. null As duas últimas atividades eu passo, mesmo. Pra jogar hóquei precisa no mínimo parar em pé num patins no gelo, e desde esse ponto eu já fico reprovado. O cross-country se resume em pegar um esqui esquisito, ou aquelas raquetes de por no pé, dois pauzinhos, e se meter no meio da floresta. É mais ou menos fazer trilha a pé no meio no mato, ou se preferir, fazer “trekking”, so que entalado no gelo. O cara jura que é muito legal, eu enxergo isso como um pedido pra você se lascar de alguma forma, seja se perdendo, seja congelando os dedos do pé, seja afundando na neve e sendo encontrado só na primavera do ano seguinte… sai pra lá!! Mas o patins e o esqui já aparecem uma ótima idéia. Aqui é fácil e acessível alugar o equipamento, seja por um dia, seja para toda a temporada. Excelente opção antes de se fazer um investimento em equipamento próprio. O pessoal já fica todo empolgado já nessa época, se juntando pra comprar ingressos das estações com desconto para grupos, etc. Tem muito brasileiro da remessa de 2008 que já é iniciado que não vê a hora da neve regaçar pra encher aquelas montanhas de flocos de gelo e assim abrir a temporada de escorregadas. Resumindo, o inverno promete!

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Comunidade

September 29th, 2009


Apesar de ter bastante brasileiro aqui vindo pela mesma empresa que chegou ou na mesma época que a gente ou na “remessa” anterior (tipo umas 60 cabeças), a gente até esse FdS retrasado não tinha tido grandes interações com nenhum deles (sem contar o Mellow, que é de casa).

Pois foi no sabadão da semana anterior que fomos convidados pra uma tarde de descontração na casa de um simpatico casal: Ilka e Rodrigo. Estilo “festa americana” o pessoalzinho foi se aprochegando e trazendo guloseimas. Uma das grandes atrações do evento ficou por conta de um PS3 equipado com Guitar Hero completão, que pra quem não sabe é aquele jogo onde a galera delira que é um rockstar. Tem guitarra, bateria e microfone, onde os iniciados davam um show e outros, assim como eu, sofriam pra coordenar os dedos na guitarra ou as batidas na bateria com as notas voadoras que pipocavam na tela da tv. Muito engraçado, rendeu uma ótima tarde de muitas risadas e muito convercê – em alto e bom português!!

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