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Archive for the ‘sucesso’ Category

Horta!

May 25th, 2010

Esse Final de semana prolongado, além do passeio em Magog, ainda teve a segunda pra gente aproveitar. Fomos no mercadão com a missão de comprar coisas plantáveis pra Nívea se divertir. Diferente do que eu pensei, ela não quis saber das flores por enquanto, e caiu nas hortaliças, nos temperos pra ser mais específico.
Aproveitando os vasos de flores da estação passada, foi lá mesmo que a nossa hortinha começou. Os eleitos para a estréia foram: coentro, salsinha, manjericão e hortelã. Sem muita cerimônia lá foi a Nívea e plantou todo mundo em poucos minutos. Agora um solzinho, muita água e alguma paciência estaremos temperando nossos pratos com temperos da horta! Belezura!

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Visitas

May 9th, 2010


Mais acontecimentos tomaram lugar nesse mês de Abril passado, como já foi dito alguns posts atrás. Pra quem pensou que o evento principal já tinha sido comentado, surpresa, o evento principal foi a nossa primeira visita!
Sim, antes de completarmos um ano de Canadá, recebemos a visita de ilustres convidados, Edu e Priscila, que vieram passar as férias pros lados de cá.
Do nosso lado, não podia ser melhor, nossa rotina foi redesenhada e tivemos várias horas de conversa, assuntos pra por em dia e novidades dos dois lados. Do lado deles, duas semanas de turismo total. Como nosso horário de serviço é flexível, a gente teve a oportunidade de acumular algumas horas com antecedência pra gastar com nossos convidados. E eles, por outro lado, não perderam tempo em aprender logo a usar o transporte público e aproveitarem por conta própria o que a cidade tem pra oferecer. Com a segurança e a boa qualidade dos transportes públicos, eles ficaram à vontade pra explorar a região central, o velho porto e todo o curioso mundo subterrâneo. Mandaram tão bem que no final estavam nos dando dicas de passeios, afinal ainda estamos longe de ter desvendado todos os segredos de Montreal. Passearam na Saint Catherine, a referência nacional da moda, passearam no cais do porto, subiram no observatório do estádio olímpico…
Em nossos passeios juntos, o ponto alto foi a ida à Quebec City. Passeamos o dia todo, combatemos invasores, jantamos chiques… de volta à Montreal passeamos na Saint-Denis, com seus barzinhos descolados, subimos no Mont-Royal pra ver a cidade ao entardecer, passamos frio (faz parte das atrações canadenses), fomos ao Marché Jean-Talon, visitamos a Caverna do Dragão, e pra terminar gastamos dinheiro à toa visitando a Biosfera. Fomos aos shóps e a Pri teve a oportunidade de se perder no mar de batons das lojas de cosméticos, enquanto o Edu se divertia nas de eletrônicos. Nas etapas caseiras batemos papo e demos muitas risadas, o suficiente pra receber a intervenção da vizinha chata por duas vezes pedindo que acalmássemos nossos ânimos… jogamos uns games, assistimos uns Losts (os dois fizeram uma autêntica maratona Lost de 10 capítulos pra nos alcançarem) e finalizamos o último FdS com um almoço bacanão, com entrada de fantástica sopa de ervilhas, prato principal de truta salmonada e risoto de aspargos, e sobremesa, esta última trapaceada já que compramos pronta na Gascogne, nossa padaria predileta. Operetas, mousses e cremes brûle, pra descontrair e engordar. Ufa!
E assim passaram as duas semanas, esperamos que nossos hóspedes tenham gostado tanto quanto a gente. Passou tão rápido! Esperamos que não demorem pra voltar!
Au revoir!

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Olha quem apareceu para o jantar 2 (ou melhor, olha quem apareceu para o CAFÉ!)

April 26th, 2010

Quem não se lembra do post Olha quem apareceu para o jantar? Poisé, a gente sabe como é, o mundo gira, e como diz o colunista Simão, quem fica parado é poste.
O mês de Abril foi um mês cheio de causos, e esse vai ser apenas um deles. Todo mundo que lê esse blog com certa frequência deve ter notado que faz muito tempo que não sai nada nessa página de novo… poisé, ficamos muito ocupados aqui com os últimos acontecimentos.

Mas não é que a gente tá aqui de boa na lagoa e de repente batem à porta, e quem é?…. ora, ora, o Dias! Veio dar um alô aqui pra gente, se aprochegou e sugeriu que degustássemos um cafezinho. Nada mal, nada mal… cafezinho Suplicy recém-chegado do Brasil, moído no dia anterior. Parecia não poder ficar melhor, mas… o quê? Preparado na Bialetti elétrica dos velhos tempos do F-69/65? Ah, agora sim, melhor impossível…

Ok, ok, não foi bem assim que aconteceu, o cara avisou que vinha. Não resisti contar uma mintirinha por causa do primeiro de Abril, que rolou na mesma semana que ele chegou. Já se virou, já tá na casa dele sossegado, temos mais um vizinho conterrâneo agora. Dizem que brasileiros não formam guetos, mas estamos fugindo à regra, hahaha.
Agora um assunto polêmico, que quem conhece sabe muito bem: a cafeteira mágica. Muitos subestimam seus poderes, mas depois dessa começa a ficar difícil ignorá-los. A bialettinha tá me saindo mais eficiente que a lâmpada de Aladim: esfregue-a, deguste seu café, e faça seu pedido. Pra quem teve a oportunidade, espero que tenham sido cautelosos com o que pediram, porque seu pedido pode ser atendido!

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Mais um dia de turista

March 23rd, 2010


Não é porque moramos aqui em Montreal que a gente já se sente “os montrealers”. Muito pelo contrário, a gente sabe muito bem que ainda somos pouco mais que turistas nessa cidade até agora tão pouco explorada. Muita gente com menos que 6 meses aqui já pulou por tudo quanto é canto, mas certamente não “saborearam” a cidade e seus arredores como a gente pretende fazer – e estamos fazendo. Pois é assim aos poucos que vamos conhecendo a cidade. Esse final de semana passado, sem muitos planos mirabolantes, fomos dar mais uma voltinha no Porto Velho, aproveitando o tempo “menos frio” que estava fazendo.

Paramos o carro, e andamos por uma das ruas mais elegantes do local: a Rua Saint Paul, local 99% turístico. Fui pego outra vez desprevinido… minha camera foi deixada em casa uma vez que não planejávamos a tarde turística, mas como em outras ocasiões o celular não deixou passar em branco, e com ele mesmo que fiz esses registros.

A fota que abre esse post aqui é a Capela de Notre-Dame-de-Bonsecours. Chique demais, ainda não conhecemos ela por dentro. Fica pra uma outra visita.

As outras são do Marché Bonsecours, era o mercadão da cidade, bem do lado do porto, hoje tem uma gama de restaurantes e de lojinhas de arte. Dizem que esses restaurantes daqui não são bons, são do estilo “pega turista”… mas não faz mal, restaurantes bacanudos é o que não falta nessa cidade, e já conhecemos alguns deles, por outros cantos.

Depois do bate-pernas, um almoço-janta numa cervejaria artesanal ainda nessa rua, e depois… final de tarde não tem jeito, friozinho pega por causa do vento implacável, e assim que o sol some atrás das nuvens, é hora de debandar.

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Dias mais longos.. manhãs mais ensolaradas!

March 5th, 2010

Poisé, com o inverno dando lugar pra primavera, estamos tendo dias cada vez mais longos. Hoje de manhã, surpresa: foi o primeiro dia em meses que não precisamos acender a luz do quarto na hora que acordamos!
A diferença do tamanho dos dias é brutal por aqui. Em Fevereiro ainda estávamos só vendo o sol nascer a caminho do trabalho, e se pondo já antes de a gente chegar em casa de novo. Já estava melhor do que em Dezembro quando eram 4 e pouco e já tava de noite, mas mesmo assim… bom, o negócio é que hoje o sol veio dar bom dia na janela! E está aí a fota pra gente recordar!

PS.: dizem por aí que essa semana os ursos acordaram da hibernação. Depois daquela da marmota, já tá virando rotina, hahaha!! Diz que o urso não tem essa de olhar pra ver se tem sombra ou não, o bichão acorda e já sai faminto atrás de comida!

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A esquiada que foi

February 25th, 2010

Depois de frustrar com a falta de neve e quase desistir de ser um snowboarder de primeira linha, resolvi chutar o balde e ir pras montanhas mesmo sem nevar. Não entendam mal, como eu mesmo fiz; quando falo que não tinha neve não quer dizer que você chega na montanha e não tem neve nenhuma, na verdade é porque pra uma esquiada saudável, a gente precisa de neve “fresca”, que é fofa e abundante. Quando ficam vários dias sem nevar, e principalmetne quando chove, a qualidade da neve cai muito e esta fica compactada e dura, e já que o pessoal não para de esquiar, vai compactando cada vez mais.
Mas foi então que contrariando os mais entendidos no assunto que eu e meu chefinho fomos pras montanhas. Ele é iniciante, e como está todo empolgado pra aprimorar suas habilidades, não foi difícil convencê-lo a ir pra lá, especialmente sob a promoção paga 1 esquiam 2 que rola nas segundas-feiras. E fomos nós pra minha estréia. Minha maior preocupação não era de esquiar propriamente, mas sim de entender como que funciona a bagaça toda. Eu iria precisar do serviço completo: aluguel de equipamento e passe para a montanha.
Saimos eu, a Nívea e o Guillermo do serviço e caimos na estrada. Levei uma rapa de roupa, já que não tinha idéia do que usar pra não passar frio. Depois do episódio do Subestimando o Frio, não quero saber de passar outro perrengue desses. Uns 30, 40 min depois já estávamos lá.
O negócio é muito sossegado depois que se entende o funcionamento geral. Na verdade a montanha não é fechada, tipo, não tem cerca e paga pra entrar. Fica a disposição do povo. Vc paga o passe na verdade é pra usar o “lift”, que nada mais é do que um teleférico só de ida. E no pé da montanha fica um “chalé” que na verdade é um prédio com várias facilidades, como sanitários, lanchonete, barzinho, loja, e aluguel de equipamentos, é tipo um shopinho de conveniência.
Depois de comprar os tickets na barraca logo na entrada da montanha, fomos até o chalé. A Nívea se aninhou no restaurante pra assistir ao show dos esquiadores profissa. Ela não animou em experimentar a aventura de escorregar pelas montanhas, com um risco altíssimo de se esborrachar!! E eu fui pro aluguel das paradinhas. Não precisei do pacote completão, já que tenho parte do equipamento (a parte mais importante – o capacete!!) e fui alugar a bota e a prancha. Me mediram e tomaram algumas anotações pra trazerem um equipamento adequado. Daí já começa a passação de mal. Eu tava que tava inchado de tanta blusa e nem conseguia abaixar direito pra colocar as botas. Me esganei e acabei conseguindo. Com a bota no pé, fomos até a beirada da montanha pra primeira lição: encaixar os pés na prancha.
O snowboard, diferente do esqui, é ingrato porque seus pés ficam presos na prancha e vc não tem aquelas varetas pra tomar impulso. Resultado, se vc trava os pés e está no plano, vc fica paralizado. A primeira lição foi: trava um pé e fica dando impulso com o outro. E assim fomos até o lift. A lição numero 2 é aparente simples: descer do lift. Assim como qualquer teleférico, o lift não para pra vc descer, ele fica andando sem parar. A pé é tranquilo, afinal ele passa devagarzinho na hora de desembarcar, o problema é com uma prancha de um metro e meio colada em um de seus pés. Me concentrei e consegui sair do tal do lift sem tomar uma esborrachada já de início. E digo que não é fácil como parece não.
Terceira lição: travar o segundo pé e conseguir levantar. Nó. Passei mal já aí. Meu excesso de blusas, além de me fazerem suar como um porco ainda me atrapalhavam bastante nos meus movimentos. Mas depois de muita luta fiquei de pé pra começar a descida. Daí pra frente foi o puro sofrimento. Queda atrás de queda, a parte mais difícil da brincadeira era sempre conseguir ficar de pé de novo. Uma luta que levou todas as 2 horas que demorei pra descer a montanha, uma única vez. O Guillermo sempre preatativo me acompanhou a descida toda, ensinando o quanto podia.
Como cheguei exausto, isso foi tudo no primeiro dia. Pedi penico e devolvi o equipamento. Na verdade se eu demorasse as mesmas 2h pra descer a segunda vez o parque já estaria fechado!!
Mas foi isso aê! Bastou ir na fé que acabou dando certo. Senti na pele, mas especificamente no traseiro, que a neve compactada dificulta não só o controle da prancha como torna as quedas mais desagradáveis. E vamo que vamo, porque eu quero é mais!

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O truque da Zotelli

October 27th, 2009


Já faz um tempo atrás a Andréa mandou um comentário neste post dando uma dica de um complexo e elaborado procedimento pra submeter bananas, de forma a controlar a velocidade de seu amadurecimento e assim evitar que todo o cacho amadureça de uma só vez e se percam valiosos frutos (especialmente aqui, que banana não é vendida a “preço de banana”). De iníco achamos que comprando de pouquinho resolveria nosso problema, já que consumiriamos as danadas antes que estragassem. Mas fomos várias vezes lubridiados pela cor da casca, que mesmo ainda verde já escondiam um fruto meio que passado.
Pois não demorou e a Nívea, num voto de confiança no truque, passou o jornal e a sacola plástica no cacho de algumas recém-adquiridas bananas. Pois conforme o esperado, o procedimento foi um sucesso absoluto. A Nívea ficou muito contente com a possibilidade de interferir na vontade da Mãe Natureza e atrasar o processo de amadurecimento bananal; separadas em lotes e sob sua administração, sempre temos bananas no ponto. Foi o início de uma nova era, a era das bananas on-demand.
Obrigado pela dica, Andréa, foi sucesso total!

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Comunidade

September 29th, 2009


Apesar de ter bastante brasileiro aqui vindo pela mesma empresa que chegou ou na mesma época que a gente ou na “remessa” anterior (tipo umas 60 cabeças), a gente até esse FdS retrasado não tinha tido grandes interações com nenhum deles (sem contar o Mellow, que é de casa).

Pois foi no sabadão da semana anterior que fomos convidados pra uma tarde de descontração na casa de um simpatico casal: Ilka e Rodrigo. Estilo “festa americana” o pessoalzinho foi se aprochegando e trazendo guloseimas. Uma das grandes atrações do evento ficou por conta de um PS3 equipado com Guitar Hero completão, que pra quem não sabe é aquele jogo onde a galera delira que é um rockstar. Tem guitarra, bateria e microfone, onde os iniciados davam um show e outros, assim como eu, sofriam pra coordenar os dedos na guitarra ou as batidas na bateria com as notas voadoras que pipocavam na tela da tv. Muito engraçado, rendeu uma ótima tarde de muitas risadas e muito convercê – em alto e bom português!!

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Campos do Jordão

September 25th, 2009

A gente se diverte aqui batizando novos lugares com nomes dos já conhecidos “equivalentes” no Brasil. Assim, a Rodovia 40 que cruza Montreal a gente chama de Dutra, o shopping perto de casa a gente chama de Colinas (o shopping que era perto de casa em S. José); tem o supermercado mais popular que é o Maxi que chamamos de Wal Mart e o mais chiquezinho, o Loblaws que chamamos de Vila Real.


Pois no final de semana retrasado partimos numa missão exploratória rumo ao Norte, fomos visitar uma pequena cidade turística a uns 60 km daqui chamada Saint Sauveur-des-Monts, e logo a primeira vista concluímos: achamos Campos do Jordão. Hahaha, é tipo-que-nem. Lojinhas pra todos os gostos, cafés e bares espalhados, casas de temporada, estradinhas nas montanhas, pousadas e spas. Só tem uma diferença, lá tem umas ribanceiras que servem pra descer de esqui, quando neva, claro. Até o teleférico tem, que nem em Campos, só que na verdade são os lifts, as cadeirinhas pra levar os esquiadores até o topo da pirambeira. Claro que a gente estava lá completamente fora de temporada, tava o maior sol (não liguem pra Nívea de casaco, estava calor sim) e pra não ficar entregue as traças no verão, tem um parque aquático nessa estação de esqui que atrai uma galerinha.
Superbacaninha esse lugar, parece que no inverno bomba, que nem em Campos. Agora no outono tem uns festivais lá que parece valer a pena ir, afinal fica apenas 60km de Montreal, dá pra fazer os famosos bate-e-volta sem maiores problemas. Tem algumas fotos do local no Flickr, é só clicar aqui, ou na foto ao lado

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Pegando Pesado na Cozinha

September 13th, 2009

Nosso plano é chegar no FdS e fazer bastante comida de uma vez, pra durar pelo menos uma semana. Estamos indo bem, mas a fase 2 é fazer comida suficiente para várias refeições, congelar parte dela e sempre ter uma variedade de maumitas pra escolher! Pra isso, precisamos pegar pesado na cozinha. Panelas para uso civil estão descartadas. Por isso que nosso mais recente recrutamento para o exército culinário foi essa singela e delicada panelinha, ao estilo capacete do Menino Maluquinho.

A primeira missão da panela foi encarar horas de fogão pra fazer molho de tomate. O molho é uma coisa interessante: não importa o quanto você pretende fazer, vai demorar praticamente o mesmo tempo. Portanto, nada melhor do que fazer o máximo possível! Daí foi só partir pro mercado e achar uma barraca que vendesse tomates de tonelada. Detalhe foi a gente esperando pra ser atendido achando que está abafando querendo comprar alguns quilos de tomate e a senhorinha na nossa frente comprou coisa de 8 caixas, com coisa de 10 quilos cada… putz, vai gostar de tomate!
Mas voltando ao molho, dessa vez rolou uma cobertura com fotos bem completa! Começando com o tomataiada preparada para o abate. Tem pouco mais de 5kg:

Os ingredientes todos do molho, grande parte produção local (os caras gostam e tem orgulho de ressaltar isso)

Pula todo mundo pra dentro do capacete do Menino Maluquinho

E assim fica uma hora, até derreter tudo

Depois é só bater e passar na peneira

E mais umas horas apurando….

Resultado: deu bem uns 3 litros de molho no capricho!!

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